hoje não estou pra ninguém.
a partir de quarta volto.
bjo.
Sou da opinião que certas coisas não tem volta. Não tem perdão e não tem como arrumar, remendar, botar panos quentes. Aprendi e vivo isso desde cedo, aplicando a teoria sempre que posso.
Mas e quando não dá? Quando é impossível fugir ou deixar passar? A angústia das situações em que não há esperança é desesperadora (vide post anterior).
Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo. Não aguento tudo isso de novo.
Tenho a impressão que quanto mais eu tento arrumar minha vida, mais ela se enrola. Aquela sensação de nós que são impossíveis de desatar. Forças que não posso vencer e dores que não posso superar. Vejo boas notícias e elas não me animam. Recebo presentes e não consigo sorrir. Penso e cada vez menos desejo viver.
Yo estaba bien por un tiempo
Volviendo a sonreír
Luego anoche te vi
Tu mano me tocó
Y el saludo de tu voz
Y hablé muy bien de tu
Sin saber que he estado
Llorando por tu amor
Y el saludo de tu voz
Y hablé muy bien de tu
Sin saber que he estado
Llorando por tu amor
Luego de tu adiós sentí todo mi dolor
Sola y llorando, llorando, llorando, llorando
No es fácil de entender
Que al verte otra vez, yo seguiré llorando
Yo que pensé que te olvidé
Pero es verdad es la verdad
Que te quiero aún más
Mucho más que ayer
Dime tú qué puedo hacer
No me quieres ya, y siempre estaré
Llorando por tu amor
Llorando por tu amor
Tu amor se llevó
Todo mi corazon
Y quedo llorando
Llorando, llorando, llorando
Llorando, llorando, por tu amor
Li por aí e achei que tem tudo a ver com minha fase atual.
Às vezes você constrói uma casa. Tudo pensado com carinho. Cada cômodo, cada mobília… Você quer sua casa aconchegante, quer receber as pessoas que ama, quer ser feliz.
Com o tempo você vai percebendo que a casa é quente. Percebe que os móveis trazem desconforto por causa do calor… O fogão não está muito bom… Ou a comida fica crua ou queima. Com o tempo aquela casa se torna um pesadelo… Mas é a SUA casa. A casa que você levou tempos para construir… Então tudo é uma questão de paciência. Você compra um ar-condicionado, reforça as telhas, faz uma piscina. Todos os dias você cozinha na esperança de desta vez vai dar certo…se já deu uma vez, por que não vai dar de novo? Mas não dá…ela queima de novo ou ficou crua de novo. Você não entende por que o ar-condicionado não funciona direito. Talvez seja a instalação mal feita. Talvez seja defeito de fábrica… Mas você espera. Vai ver o dia estava muito quente.
Com o tempo a sua casa só te dá tristeza. Mas é a SUA casa. Você não quer vender… Você construiu com tanto carinho… Vai ter um jeito. O tempo vai melhorar. Você vive cada dia… Não dorme, não tem mais paz. Mas você espera, porque o tempo vai melhorar. A comida você vai acertar. Deixa o carpete, porque por mais que 90% dos dias sejam quentes, vai chegar pelo menos um dia de frio.
Você espera o frio. Você espera o tempo da comida. Você pensa em mudar… Você pensa em vender… Mas é a SUA casa. Todo trabalho, todo esforço… Não é justo. Você tem pena de se desfazer do que construiu. E você já se esforçou tanto… Você gastou tudo que tinha. Você tenta todos os dias, mas aquela casa não te faz mais feliz. Não é mais aconchegante. Não parece mais com você. Por quê? Você fez de tudo… Colocar à venda? Melhor esperar alguém que se interesse. Você não pode deixar tudo para trás… São suas esperanças… sua casa…sua vida.
Um dia você acorda suada, com fome e doente.
Escuta…Vai embora…Vai embora! Não adianta… Tudo que você poderia fazer, você já fez. Não espere o tempo melhorar. Não espere a casa voltar ao que era…Você já tentou… Talvez por falta de sorte… Não importa. Vai embora…Não fique com pena do dinheiro que gastou. Não fique com pena das noites sem dormir. Não lamente todo esforço. Vai embora! Mesmo que não tenha aonde ir. Não tente mudar os móveis de lugar. Não tente consertar o que quebrou. Não pense mais no que você pode ter feito de errado… Vai embora! Vai embora agora! Não leve nada com você, não olhe para trás…saiba desistir do que te faz infeliz.
Pessoas vão dizer que você não se esforçou.
Vão dizer que poderia ter tentado mais.
Vão dizer que a culpa é sua, porque não ouviu quem entendia mais que você.
Vão dizer que a culpa é sua, porque você é teimosa.
Vão dizer que a culpa é sua, porque você tinha que ter feito diferente.
Algumas pessoas vão te apoiar, mas nenhuma vai te oferecer abrigo.
Outras não vão saber por onde você anda.
Muitas não vão saber o que te dizer.
Só você pode se ajudar.
Só você sabe o que é melhor para sua vida.
Só você sabe de suas dores.
Carta a um amor imaginário
Ei, você, que reside em seu santuário inatingível,
Preciso que venha aqui. Quando a realidade é áspera e me fere é a você que peço ajuda, em seus braços que me aninho e peço calada por socorro.
O bom da nossa comunicação é que não precisa ser dita,
não fere orgulhos.
Se um dia o fiz tangente, perdi a receita. Hoje está cada vez mais etéreo.
Ainda assim aguenta minhas lágrimas sofridas e meus gritos solitários.
Às vezes sinto sua presença na cama, sorrindo ao meu lado e dentro de mim,
daquele jeito que sim, só você sabe fazer. O jeito que eu desejei e inventei para sua face.
A língua que ensinei para o seu corpo.
Em outros dias tenho certeza que o perdi, embora esteja em mim e me pertença.
Gosto de você pela sua perfeição, criado à sombra e imagem da minha própria presunção.
Não tente escapar das minhas demandas, por mais impossíveis que elas pareçam: você é minha cria.
Talvez por isso o amei quando você encarnou para me satisfazer, tomando corpo, alma e sangue.
Criando vínculos eternos graças a essa transgressão da linha do que é real. Me fazendo também imaginária.
Agora que estou novamente abandonada, sinto saudades e lamento sua partida, embora ainda tente o alcançar aí dentro de mim.
Ando feliz com esse começo de férias. Li "Os homens que não amavam as mulheres" em um dia, foi muito produtivo e me deixou contente. Queria muito ter férias eternas para poder assim ler um livro por dia e não ficar arrastando livrecos ridículos de 200 páginas durante meses - o que vinha acontecendo há muito tempo.
Minha segunda não foi tão engrandecedora para a alma, fiquei estudando uns sistemas de ecommerce open source para meu pai e foi bastante desgastante, coisa de graça é boa mas é uma merda, sempre tem quinhentas versões, uma hora é a versão nova que não funciona com sua versão de PHP, daí vc muda e tem que reiniciar tudo, daí vc reinstala e muda de plataforma, daí fica lendo 573849573845 foruns pra descobrir coisas bestas (mas que sem elas o sistema não funciona...). Bom, acho que foi infernal essa parte, mas ainda assim um tanto quanto divertido.
De quebra andei tomando umas decisões difíceis que ainda não sei exatamente como comunicar. Provavelmente decidirei por uma forma impessoal, direta e distante, ligando a tecla F e mandando ver.
Finalmente voltei da reclusão da chácara para SP, onde recomeço minhas pequenas maratonas diárias de estudos, arrumações infinitas nesse apartamento (as coisas quebram como mágica nas minhas mãos, estou virando encanadora, eletricista, o diabo) e, se tudo der certo, um tempo livre com meu namorado, já que depois de passar a vida toda relutando contra relações saudáveis pseudo estáveis, irei passar esse dia dos namorados acompanhada pela primeira vez.
E sem comemorações no dia 13. (essa só para os entendidos)
Então que estou oficialmente de férias. Pela primeira vez em, sei lá, umas 4 ou 5 férias não vou viajar nem tenho nenhum plano concreto que ultrapasse os 50km ou 200 reais. A idéia era e continua sendo tirar um tempo para pensar, organizar a casa, tentar organizar as finanças e resolver todos aqueles problemas e pesares que eu tenho enrolado nos últimos bons meses. Pra não dizer mais de ano.
Essa é a questão maior do lance de férias sem viagem (e portanto sem fuga da realidade): parar de barrigar deciões e atitudes que a preguiça ou o excesso de coisa mais legal pra fazer me faz pensar "ah, depois eu vejo isso".
Bem, o depois é agora. Principalmente depois das recentes conversas que tive e do vislumbre de um futuro muito negro para os encalhados na vida como eu.
ps.: mas que saudade eu estou de um aeroporto...
vá pra puta que lhe pariu, Carpinejar.
Confessa que não tem título nenhum: “não sou namorada, não sou amante e não sou amada, não sei o que sou para ele”. Mas age como namorada, amante e amada, obedecendo a uma representação bem definida. Ele foi avisado do compromisso e de sua necessidade? Ou está esperando que ele transcreva seu pensamento e siga o script? De repente, o sujeito não alcança a gravidade de sua percepção. Nem deve entender o que anseia. [...] Está ferida pelo amor público, por aquilo que ele não demonstrou aos outros – não tanto pela saudade da história que construíram. Não descobriu apenas que é um homem comum, o baque é que se viu tão comum quanto ele. Não a valorizou e glorificou como gostaria, como sonhou desde a infância. Sua cicatriz vem de um romantismo descumprido, de uma idealização arruinada. Ele não é o melhor para você, é o necessário no momento para desafiar suas próprias limitações e condicionamentos. Tentaria novamente. Opção cômoda é sofrer e aceitar, resignada, a separação onde não começou a união. Insistiria uma vez, duas vezes, até cansar de projetar o passado na tela de seu quarto.
Então já que estou ouvindo e acho que tem muito em comum com o momento, vou postar:
I'm never gonna dance again
guilty feet have got no rhythm
though it's easy to pretend
I know you're not a fool
Should've known better than to cheat a friend
and waste the chance that I've been given
so I'm never gonna dance again
the way I danced with you
Time can never mend
the careless whispers of a good friend
to the heart and mind
ignorance is kind
there's no comfort in the truth
pain is all you'll find
I'm never gonna dance again
guilty feet have got no rhythm
though it's easy to pretend
I know you're not a fool
Should've known better than to cheat a friend
and waste this chance that I've been given
so I'm never gonna dance again
the way I danced with you
Tonight the music seems so loud
I wish that we could lose this crowd
Maybe it's better this way
We'd hurt each other with the things we'd want to say
Acabou abril. Acabou triste e solitário como começou e acredito que poucas vezes me senti tão derrotada pelos acontecimentos. Abril me trouxe muitas lembranças e desejos, mas saio do mês levando apenas destroços do que um dia existiu.
Abril me mostrou o quanto as coisas são efêmeras e como os relacionamentos se desfazem e terminam em brumas. Me mostrou as lutas em vão que participei em outros tempos. Me mostrou que amizades se provam com o tempo.
De uma certa forma já sabia.
O que acontece é que abril me tirou o benefício da dúvida e o resto de esperança. Acontece que me presenteou no lugar de flores com um espinheiro morto.
Poucas vezes me senti tão exausta na minha vida. Cansada dos lugares, das coisas, da comida, dos sentimentos e das pessoas. Não tenho vontade de te ligar, de sair de casa, de liderar idéias, de criar ou fazer coisa que o valha. Minhas costas doem, meus dedos reclamam e meu cérebro mandou avisar que saiu e não volta mais.
Eu gostaria que fosse uma regra geral, mas isso que estava matutando no post abaixo não se aplica a todas as pessoas.
Ainda assim, há uma grande gama de gente que simplesmente desaparece assim que você se desapega. É difícil perceber isso porque desapego dói. Dá uma sensação de perda e solidão tamanha que a gente desiste no meio do processo e volta a se apegar de novo.
Contudo, se a coragem for grande para ir até o final, a gente percebe que a maioria das pessoas se vai, assim suave como uma brisa passageira. Eis que então você ganha um tempo livre na ausência de tantos fantasmas e fica pensando se não era uma ilusão a existência anterior dessa gente. Sim, porque dado que os vínculos se quebraram, os acontecimentos anteriores se parecem frágeis como névoa. E dissipam.
Eu sei que vivo a solidão de uma forma muito intensa. Dificilmente fujo das suas garras ou evito seu olhar. E o desapego das pessoas só agrava essa situação. Só que cheguei a conclusão que - para mim - sofrer pela ausência de abraços é mais digno e suave que sofrer por abraços frios. Então a escolha de exercitar o desapego.
Mas sou amadora ainda. Quanto maior a dor sofrida, mais difícil o desapego é...
Sinto sua falta. Mais do que isso, sinto falta de como a vida era naquela época. Sinto saudades imensas das expectativas, das surpresas e da forma inesperada que as coisas aconteciam.
Sinto falta de experimentar os momentos como se fossem os últimos. Saudade das despedidas. Falta da alegria dos reencontros. Pode parecer loucura, mas não é.
Sinto sua falta. E daquela sensação bittersweet que pairava ao redor de tudo que nos envolvia. Saudade da forma que eu me entregava ao destino. E de como, em vão, lutava.
Sinto sua falta.
porque pra mim basta um sonho confuso e uma conversa na porta do prédio...
Tem lugares que me lembram
Minha vida, por onde andei
As histórias, os caminhos
O destino que eu mudei...
Cenas do meu filme
Em branco e preto
Que o vento levou
E o tempo traz
Entre todos os amores
E amigos
De você me lembro mais...
Tem pessoas que a gente
Não esquece, nem se esquecer
O primeiro namorado
Uma estrela da TV
Personagens do meu livro
De memórias
Que um dia rasguei
Do meu cartaz
Entre todas as novelas
E romances
De você me lembro mais...
Desenhos que a vida vai fazendo
Desbotam alguns, uns ficam iguais
Entre corações que tenho tatuados
De você me lembro mais
De você, não esqueço jamais...
