Algo que tem muito a ver comigo, para quem me conhece.

"As pessoas passam por perdas e separações. Despedidas nunca são fáceis e percebemos isso como o 'fim da história'. Mas será que é?

O que as pessoas falham em ver é que términos não são nada menos que começos. Despedidas são realmente encontros, separação é crescimento. Embora separados e distantes, isso não aponta para um fim, mas sim para uma duradoura experiência de crescer em diferentes direções.

'Podem os quilômetros nos separar realmente dos amigos? Se você quer estar com alguem que ama, já não está lá?' A ausência de uma pessoa não é a medida para a amizade ou o amor. Verdadeiros relacionamentos não se baseiam em separação. Quilômetros nunca podem separar dois indivíduos. A lembrança do outro e a conexão supera os obstáculos geográficos.

Relacionamentos dos tempos modernos são representados pela presença física do outro. Falhamos em ver que a beleza de uma verdadeira relação está nos corações. Nós choramos, ficamos ansiosos, nos sentimos perdidos ante a perda ou a não-existência do outro, e falhamos em ver o verdadeiro presente de um relacionamento. Está além de aço e vidro que envelhece com o tempo.

Numa vida, encontramos muitas pessoas. Dividimos nossa própria vida com elas. Algumas morrem, outras tomam outras direções, e outras ainda desaparecem. Então nos perguntamos se podem todas as situações fazer uma pessoa sumir completamente de nossas vidas. Não é suficiente o pensamento ou a lembrança de uma pessoa para nos inspirar felicidade? Felicidade e realização não se baseiam no tangível, mas sim no que não é visto."


Uma coisa bonita em mim é meu relacionamento com músicas. É tão verdadeiro que, de dois lugares totalmente diferentes, em momentos diferentes, tempos diferentes, posts diferentes e ritmos diferentes estou enganchada, apaixonada e embebida por um cd que chama "Empezar Desde Cero" e, olhando posts abaixo uma música que caiu em mim como luva tem a seguinte frase "eu recomeço do zero sem reclamar"

amor.



e aqui estou, fimdoanofimdoano. estou feliz que acabou, de verdade, porque foi um ano ruim. foi um ano ruim depois de uma temporada de anos bons, o que intensifica a sensação de coisa errada.
2 anos atras, teve minha viagem querida, minha irmã descoberta, as loucuras e os devaneios... foi também, mesmo antes disso, um ano de mudanças grandes na minha vida, tranformações que me deram aquele viço, vontade de tocar pra frente.
daí veio o outro ano. diferente. descobertas. pessoas que entraram que nem um trem desgovernado na minha rotina, socando tudo pela frente, derrubando minhas casas de palha. foi uma confusão, mas uma bem gostosa. aquele ano foi a esperança, a segurança, uma estabilidade propícia, tudo que gostei de viver.
então esse. esse foi o ciclo. sim, porque o que estava em cima desceu, e dessa vez também não escapei da minha amiga roda da fortuna. azar. eu perdi tudo o que quis, desisti de todos os planos que tracei, esqueci todas as minhas boas palavras de alegria. foi um ano triste.
não é então de se espantar muito que o que sinto agora é uma tristeza grossa, pegando na língua como banana muito verde. às vezes fico quieta-quieta, ronronando sobre as memorias e os sonhos apagados pelo tempo. em outras horas vem aquela vontade esquecida de gritar, e grito e lembro o quão vazia eu fico depois de jogar tudo pra fora de mim com um berro de loucura.
fato que prefiro entristecer por dentro, mas não tenho conseguido. uma parte adormecida de mim acordou esse ano - e não sei se isso me deixa feliz. acho que não.
agora também está naquele countdown para minha esperada viagem de fim de ano. ótimo. ótimo e uma merda, porque o universo, que nunca quis ir pra bsas, resolveu tomar a mesma diereção. sinceramente, fuck them in hell. essa era pra ser a MINHA viagem planejada com as MINHAS amigas, e realmente estou torcendo pra bsas ser uma melancia de grande e eu não topar com nenhuma dessas pessoas que não quero ver na rua florida.
acho que vou fazer uma mandinga da brava.



i'm healing.
finally.

infelizmente, do pior jeito. foi indo-indo, eu esperei, fui paciente e lutei pelo que acreditava.
minha nova música preferida da última semana diz bem isso:

"plantei cada semente que o meu coração desejou"

foi bem isso. cada minuto de confiança, desejo e esperança eu compartilhei. cada minuto de tristeza e decepção também compartilhei.

dividi tudo, não escondi nada.
pra mim, não tem nada no universo que fique acima da sinceridade.

"o espelho me disse, você não mudou"


E olhando bem, eu não mudei mesmo. Mesmo nos momentos que meu coração balançou, quis jogar tudo pro alto, trocar de pele, enfim... era eu ainda em algum lugar. Baixei a guarda de verdade. Senti, sofri. E isso, no fim, me fez muito feliz. Saber que eu ainda posso sentir, chorar, amar e sofrer, após tudo o que eu já vivi e, ainda assim, olhar pra o que passou e dizer:

"não há porque me culpar
eu não me permito chorar - já não vai adiantar
eu recomeço do zero
sem reclamar"



Essa sou eu, não mudei.
Não mudei nada.
Não perverti um milímetro em mim.


Mas sim, foi do pior jeito. Um baque. Depois uma perda gradual... que acho muito díficil de recuperar.
Será possível segurar a água após a quebra do dique ?

Difícil.


amei voccê
amei demais

mas eu não quero mais olhar pra tras


confesso que estou escutando essa musica ha quatro dias. quatro dias ressoando que nao sinto frio e q meu coração vazio. então me encontro nesse momento em que me pergunto se é isso mesmo. quero que seja, de verdade. sou muito muito tolerante. nesse caminho de pedras eu vi e ouvi e senti coisas muito ruins (sorte do dia: ao se desejar o cume da montanha não se repara nas pedras do caminho). coisas que me machucaram e palavras que nunca vou esquecer. mas nunca me senti magoada como agora. nunca. aí que surge esse medo confuso que me faz pensar, porque essa mágoa que me jogou tão-tão dentro dessa musica que fala de ser quem nao somos e pessoas que dividirão o futuro como estranhos.

me dói pensar essa possibilidade, que uma vez pensada a mágoa não me deixa esquecer.
depois de ferida, ja perdoei muitas vezes, fato, mas nunca o cristal se colou em vaso de novo. não sei se consigo fazer isso, mesmo querendo.
me sinto caminhando nos estilhaços de algo que foi bonito: cortes nos pés e a quase certeza dolorida de que nada sera tão perfeito como antes.



amei você
amei demais

acho que não te quero mais.


E aqui estamos, 200 posts depois.
200 vezes que entre sorrisos ou lágrimas quis estar aqui, escrevendo nesse pseudo-anonimato da internet.
Tantas lembranças se empilham nesses posts. Tantos amores passados, amigos perdidos, batalhas nas quais eu fui derrotada.
Só de olhar meu tagcloud se vê que esse não é um blog de alegrias. Isso não significa que não fui feliz. Mas é fato que os momentos mais felizes eu não escrevo, eu gravo no meu coração pra sempre. Gosto de escrever as tristezas e os erros, os desvios e nuvens negras, escrever é sempre a válvula de escape. A dor é instrospectiva, e minhas lágrimas sempre foram mais letras que água.
Gosto de sofrer as perdas, saborear a doçura das depressões - me chamem de doente.
Nesse ano que chega ao fim, tanto perdi. E hoje, ônibus lotado, trânsito e pensamentos fervendo, era no que eu pensava. Perdi a hora, cheguei atrasada em todas as cenas da minha vida. Perdi o coração no caminho.
O que me fez mais triste, contudo, foi as amizades que perdi esse ano.
Tantas!
Claro, não eram amizades-de-infância-10-anos-de-convivência. Foram pessoas que conheci e que despertaram no meu peito aquela chama de "desse alguém posso ser amiga a vida toda".
Algumas pessoas do meu ano de 2007 foram assim para mim. Várias, na verdade. Estive aberta e receptiva, atenta. Contudo, eu perdi todas elas. Algumas mudaram, outras viajaram, outras pegaram a estrada errada, outras foram sonhar outros sonhos que não os meus. Cada uma delas doeu como a primeira amizade perdida.

E dessa eu não só não me recupero, como nunca vou esquecer.


Estou viciada em Liah.
Já conhecia umas músicas dela há algum bom tempo (nem sei direito como caiu na minha mão), mas agora estou naquela nóia de baixar álbum e ouvir em repeat one.
Lógico que a música da novela eh uma das piores (nada contra, contudo), mas enfim...
estou gamada nessa:

(meaningful)

Desertos

Amei você
Amei demais
Mas eu não quero mais olhar pra trás
Já não sonho desertos
Já não sinto mais frio
Só meu coração vazio
Foi triste te perder... Meu amor
Me esconder de quem eu fui... De quem não sou
É estranho dizer que tanto faz
Que sou eu que já não te quero mais

O tempo guarda
Tanta coisa
Pra lembrar de você
Quem sabe um dia
Eu te encontre de novo
E não saiba o que dizer

O tempo guarda
Tanta coisa
Pra lembrar de você
Quem sabe um dia
Eu te encontre de novo
E não saiba o que dizer
E não queira te dizer

Que eu...
Amei você
Amei demais
Que eu...
Eu já não quero mais olhar pra trás
Que já não sonho desertos
Já não sinto mais frio
Só meu coração vazio



Eu odeio quando o fim do domingo vai chegando assim, de mansinho, ronronando aos meus pés. Ainda são quatro da tarde, eu penso, mas no minuto seguinte, sete.
E sete já é da noite.
Eu sinto uma preguiça de começar tudo de novo... a semana de novo, as pessoas de novo, o ônibus, as piadas. Quem disse que a semana começa no domingo é, no mínimo, um senhor desocupado.
A noite vai caindo (não que eu tenha visto algo do dia, trancada no escritório) e meu ânimo também. Ainda tenho muita coisa pra fazer nesse fim de semana, mas noite de domingo dá uma preguiça.
Vontade de dormir.
Vontade muita de dormir quando estou desse jeito, meio tonta da vida, meio nauseada das pessoas, meio querendo sumir. Dormir é minha doença sintomática. (ou os sintomas da minha doença)
Nessas noites de domingo queria que o tempo voasse e que, quando eu me desse conta, já estivesse na quarta-feira. Mesmo odiando quartas-feiras.
Estou meio assim-assim, olhando o celular como se algo fosse acontecer. Meio neurotiquinha. Só que eu sei que nada acontece em noites de domingo.
Há dias poucos sonhei que algo pudesse acontecer. Algo que me animasse a acabar o trabalho antes das 16. Aquilo que tornaria meu fim de semana em algo um pouco mais repleto de magia.
Eu sei que nada acontece em noites de domingo, mas eu gosto de me enganar às vezes.
Minha cabeça está girando que nem carrossel. As lembranças num sobe-e-desce incessante.

Me sinto só.
Domingos.



Any sudden movement of my heart.
And I know, I know I'll have to watch them pass away

Just get through this day

Give up your way, you could be anything,
Give up my way, and lose myself, not today
That's too much guilt to pay

But you held me down and screamed you wanted me to die
Honey you know, you know I'd never hurt you that way

Give up my way, and I could be anything
I'll make my own way
Without your senseless hate

So run, run, run
And hate me, if it feels good.

You lied to me
But I'm older now
And I'm not buying baby

And you'll never hurt me again.


e é isso.
eu guardei minhas palavras até o fim.
eu contradisse tudo e todos e coloquei a minha percepção sempre acima.
eu permaneci fiel ao que eu sentia. permaneci fiel a mim mesma, contra o mundo.

mas agora é isso que meu coração diz.
o que já tinham me dito inúmeras vezes.

sim, estou triste demais.
demais.

mas parei aqui com essa história.


Posso até estar sem muita vontade de escrever, mas quando leio um blog legal, um blog que conversa comigo, dá uma coceirinha doida nos dedos.
Acho estranho se sentir íntimo de desconhecidos. Um distanciamento que me aproxima. Às vezes, se conheço a pessoa, ela pode até estar passando por coisas parecidas com as minhas, mas não toca o meu sentimento. Com estranhos é diferente.

Sabe, eu tenho uma coisa com estranhos.

E, de repente, essa menina anônima fala comigo a cada post. Seja de trabalho, seja de viagens, seja de consumo... mas, principalmente, de amor.
Ela fala tanto as minhas palavras engasgadas que, repeti-las aqui faria desse post quase um post redundante.
Ela também não queria sofrer por quem não merece.
Ela também queria que a fila andasse logo e que não ficasse obrigada a cair no pensamento dele a cada cinco minutos.
Também queria parar de tentar ser amiga de alguém que faz doer infinitamente.
Também queria parar de retroceder ao passado a cada entrelinha da vida; pensar no que podia ter sido, pensar no que foi.
Queria que o menino bonitinho e tão fofo da semana passada se interessasse. Não por causa dele somente, mas porque isso afasta o outro da cabeça.
Queria parar de sofrer.
Parar de amar. Mesmo depois de tanto tempo, parar de amar e de sentir o coração vazio e inquieto.

Almas gêmeas.



Quero ficar em posição fetal e deixar a vida passar sobre mim como um rolo compressor.
Quero fechar os olhos e ver negro sem estrelas.
Quero que todas as músicas parem de cantar minha vida, e que todas as histórias parem de falar sobre mim.
Quero ficar autista, pegar pneumonia, ter uma desculpa para mudar de país.
Quero não mais ter o gosto salgado das lágrimas estuprando a minha boca.
Queria fingir melhor que estou melhorando.
Não quero reaprender a viver à deriva, não quero esquecer o cais e não quero perder meu porto seguro.
Não quero, apesar de ser burro. Eu entendo que é burro, que estou agindo como uma burra e que isso é errado. Mas eu quero aproveitar meu momento de burrice. Ele está quentinho e amigável e é com ele que eu quero ficar.


Você tem o tempo que quiser
De você aceito o que vier
Menos solidão
Me promete tudo outra vez
Na esperança louca de um talvez
Me basta a ilusão
Só te peço o brilho de um luar
Eu só quero um sonho pra sonhar
Um lugar pra mim
Eu só quero um tema pra viver
Versos de um poema pra dizer
Que eu te aceito assim
O que eu sei é que jamais vou te esquecer
Eu me agarro nessas fantasias pra sobreviver
Eu não sei se estou vivendo de emoção
Mas invento você todo dia pro meu coração
Deixe saudade e nada mais
Por que é que os corações não são iguais
Diga que um dia vai voltar
Pra que eu passe minha vida inteira me enganando
Deixe saudade e nada mais
Por que é que os corações não são iguais
Diga que um dia vai voltar
Pra que eu passe minha vida inteira te esperando


Me deixe sonhar.
Mesmo que nunca saia da minha mente, deixe que eu imagine os balões coloridos no céu.
Mesmo que não seja real.
Não quero ser acordada.
Me deixe simplesmente sonhar.
Mesmo que a realidade não mude. Se ela já não vai mudar mesmo, ao menos deixe que eu ande na praia dos meus sonhos.
Não quero que você me diga nãos.
Me deixe sonhar em paz.
Mesmo que seja ridículo.
Mesmo que eu pareça idiota.
Estou aqui sonhando como quem escreve um livro dentro da cabeça.
Seu cabelo, seu cheiro, pessoas, meu sonho além da imaginação.
Me deixe sonhar.
Mesmo que acordada.


Não abre a boca pra falar mais do meu trabalho nessa casa !
Você não fala mais do meu trabalho nessa casa !
Você tá entendendo ? Quem manda nessa PORRA aqui sou eu !
E você não vai mais abrir a boca pra falar do meu batalhão nessa casa !
Você tá entendendo ?
Você entendeu ?

QUEM MANDA NESSA PORRA AQUI SOU EU !


Dado que eu estou pouco andando para discussões pseudo-politico-sociais sobre filmes mainstream, vou ao que importa sobre o filme Tropa de Elite que assisti nessa quarta:

QUERO um homem que grite comigo igual o Wagner Moura AGORA.
O primeiro que fizer isso eu caso.

E que ponha o dedo na minha cara.

E tenho dito.



Acabei toda a migração dos meus posts para o blogger.com

O yuumura.50webs.com ainda vai continuar no mesmo lugar, hospedando o passado e os comentários que amigos queridos (e seletos) me deixaram ao longo desses anos.
Muitos dos quais estão longe agora.

A vontade de manter esse blog, que me acompanha desde bolinha, é o que me motivou a ir para uma plataforma mais prática. Tempo custa caro hoje em dia.

Também tem o fato que comecei a usar o blogger para outros blogs paralelos e curti.

Enfim, só tenho a dizer que migrar nunca é fácil. Voar para outros braços - isso tem tanto a ver comigo agora. Ainda mais que cada vez que eu olhava a data no meu blog antigo e a transferia para o formato data do blogger (meses em números, não por escrito), me lembrava daquela pessoa linda com uma lágrima no olho.

A cada post. Cada um dos 183 posts. Em cada um deles você esteve comigo no coração.

Acho que você ainda vai estar por muito tempo. Nos meus parâmetros de muito tempo, claro, mas muito.
Estou pensando essas coisas há dias, dias dias dias. Na minha falta de iniciativa. Em como eu não acreditei, nunca acreditei.
Não posso culpar ninguém além de mim.
Agora não é mais tempo para você. Quem sabe esse tempo aflore de novo no caminho adiante, mas nada é previsível.

Sei apenas que não vamos mais provar dessa maçã suculenta sem podermos dormir à sombra da árvore.


Pensei bastante no que postar sobre esse feriado que está acabando... começou com uma conversa supreendente, depois um sentimento triste, uma orgia de felicidade, apreensão, dúvida, sentimentos conturbados, sua lembrança sempre-sempre em mim, trocas de palavras esperançosas, enrolação e muito sono, aumento de currículo, loucuras deliciosas, brincadeirinhas pra lá e pra cá e sua lembrança de-novo-de-novo dentro de mim balançando.
Fui doce, fui má, fui sincera demais, menti pra caramba.
Tudo por causa da sua lembrança gritando-gritando explodindo meu peito.



Parece que foi ontem.
Sua respiração na minha nuca.
As mãos entrelaçadas.
Palavras fluindo pela ponta dos dedos, rápidas, vigorosas, incessantes.
Risadas, diversão sem lágrimas.
Esperança, esperar.
Arriscar é gostar.
A dor quente dos momentos difíceis e o meu esquivar felino de todos os obstáculos para estar perto de você.
Eu não percebi o quanto estava deixando de ser eu ou o quão distante estava minha alma.
Ela tinha que ficar guardada num caminho tão cheio de espinhos.
Eu tinha, e ainda tenho, tanto medo de ser ferida de novo, eu não posso me arriscar assim, à flor da pele.
Eu só queria um abraço real pra me levar às estrelas.
Eu sou a rosa na redoma. Não adianta você me tratar como o vulcão, porque eu sou a rosa.
Sem pétalas.

Espinhos.




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