AMO

Guardian women look for traditions to start or maintain. They are generally suckers for flowers, cards, chocolates, and the like. They are among the most likely to notice and appreciate signs of status unless these signs are flaunted, such as entrance into an exclusive club and being welcomed by name at a trendy restaurant. Men often appreciate Guardian women who lavishly pamper their partners.

April is a Guardian Supervisor (ESTJ). She dated quite a bit in high school but seldom went out with the same guy more than two times. Either she decided he wasn't worth pursuing or her tendency to "tell it like it is" caused the guy to drop her. Now in college, she's not quite as fast to rule a man out, but she still doesn't want to waste time. April has been dating her current boyfriend for 6 months more than a year. She's been surprised to find out that some things she thought were deal breakers aren't. She's not sure if their long-term goals are compatible, but she wants to see if they can work things out.






Faz uma loucura por mim
Sai gritando por ai bebendo e chora
Toma um porre picha um muro que me adora
Faz uma loucura por mim
Fica ate de madrugada perde a hora
Sai comigo pra gandaia noite afora

Só assim eu acredito nessa historia
Que você sentiu saudades de me ter
Poe na pratica besteiras da memória
Pensa menos, faz de tudo, manda ver
Vem pra dentro tenta ser da mesma escoria
Como já fiz mil loucuras por você


Olho no relógio buscando uma desculpa
Um motivo qualquer
São apenas onze horas. Onze. Manhã.
Não tem como amenizar esse tipo de coisa, ou fugir. É uma perseguição.
Implacável e triste.
Às vezes quero que o tempo passe, outras vezes que ele congele.
A única coisa que é certa nessa história é que meus desejos são inúteis.





Já que eu tenho que pensar nisso em grande parte do tempo, não vou me privar de postar.

You smile and I see
It's professional indeed.
Just the one last time and I will be on my way.
You give me, I need you,
I flourish, you feel good,
No reason to end this now.

It's physical, irresistible, wonderful,
It's logical, you're so marvellous, but
Don't shut me out.
It's physical, irresistible, wonderful,
It's logical, you're so marvellous, but
Don't shut me out.




Nos últimos tempos em geral tenho escrito muito sobre as angústias e tristezas que estão tão presentes na minha vida.

Hoje vou sair um pouco dessa tônica triste. Acordei feliz, animada e muito apaixonada. Quero deixar registrado esse momento de alegria para que no futuro eu possa recorrer a ele, e lembrar que ainda existem sorrisos para mim.

Viver a felicidade apesar do sofrimento.
Viver o sofrimento apesar da felicidade.

Um balanço que eu almejo encontrar na vida.




Estou aqui, os itens comprados nas mãos, o dinheiro que não tenho já gasto e a sensação profunda de infelicidade. A certeza de ter sido traída e massacrada pelo seu ódio. A decepção de ter tentado perdoar - ou ao menos aceitar - alguém que não merece nada. A falta de esperança no que vou encontrar. A vontade de tocar fogo em tudo.


Eu sabia que não ia demorar. Conheço esse caminho de outros anos, outras eras. Sei onde estão as armadilhas e os espinhos.
Queria não ser tão impotente. Poder fazer algo para mudar, para libertar a todos desse horror maior que o mundo. Mal consigo me aguentar nas próprias pernas, quanto mais ter algum poder de intervenção.
A tristeza vai crescendo, ocupando todos os espaços em mim. Às vezes deixo um pouco dela por aí, contaminando o que está ao meu redor. Às vezes desejo simplesmente escapar dessa vida.
Uma vez fiz uma brincadeira com um amigo de falar uma palavra que representasse cada um dos últimos anos de nossas vidas. A desse já está escolhida e é desilusão.
E não que eu seja lá uma pessoa de muitos sonhos ou que costuma se deixar levar por palavras bonitas, mas as coisas mais básicas, vitais... as coisas mais estritamente necessárias, até dessas fui privada. Os pedacinhos de nada em que eu me agarrava apodreceram.
Trocaria meu reino pela paz.
Trocaria tudo, todos, faria qualquer sacrifício que me pedissem para por um fim a essa tortura de uma vida.

Mas simplesmente não tem nada que eu possa fazer.


...e então aparece a deixa, a oportunidade perfeita de realizar algo que venho adiando faz anos.

Só que não consigo agarrar. As dúvidas preenchem meus pensamentos e também o medo de estrangular minhas emoções mais sinceras. O prazer contra a necessidade. O amor contra a obrigação. As certezas contra as decepções.

E principalmente o presente contra o futuro.

Fico adiando as decisões na esperança de um milagre. Quando vou aceitar que não existem? Quando vou deixar de sonhar?

Quando?



Podemos nos enganar e fingir que não, mas é apenas um grande descontrole.
Não é um, como eu ou você, mas vários, a toda hora, sem parar. Basta apenas algumas horas... e sem prestar muita atenção. Penso quantos dias já foram e nem vi.
Nunca chega, sempre é mais, é assim que funciona. Não um, mas todos os tipos disponíveis, tudo ao mesmo tempo.
Se o começo é no convívio, depois é na solidão. E quanto mais a solidão, mais o descontrole.
Não tem meio, ou pausas, ou razão.
Há o começo.
Não tem fim.


Tanta coisa passa na minha cabeça agora que é até difícil organizar os pensamentos. Nos últimos dias aconteceram alguns eventos que me levaram a pensar onde e como eu estava nesse mesmo momento o ano passado...

Percebi que nada mudou.

Quer dizer, muita coisa rodou, mudou, se transformou, mas no final mesmo tudo voltou às suas posições iniciais.

O que parecia curado, sangra. Me pergunto como pude me enganar, depois lembro como é boa a sensação de ilusão. A sensação de que as coisas imutáveis podem sim mudar. Que os problemas insolúveis quem sabe podem se resolver.

Tudo besteira.

E nessa, assim como em várias outras situações da minha vida, vejo que caráter não se muda. Uma ver deturpado, uma vez apodrecido e ruim... assim será para sempre.

Com os primeiros sinais, as primeiras mentiras, ainda há aquela tentativa boba de desviar o olhar: "ah, mente porque se envergonha". Pouco tempo para viver nessa ilusão. Pouco tempo para ver que a vergonha de fato não existe, pouco tempo para ver que a luta é mais uma vez perdida.

Aí vem a hipocrisia. Vem o cinismo. E a obrigação de conviver com tudo aquilo que desprezo com todas as minhas forças. A farsa, os olhares trocados em silêncio, a dor partilhada.
Pequenos gestos são notados, a audição fica aguçada, procurando o próximo sinal de piora, o próximo passo para um caminho que além de não ter volta, apenas se torna mais triste e infeliz.

Ainda assim o que mais me incomoda é a violência das atitudes. Violência que não se pode combater, que não há denúncia possível, que sequer se pode comentar. A violência de esfregar na cara de todos o quanto somos inúteis, fracos, insignificantes, marcados e - principalmente - impotentes.

Creio que certas coisas não podem ser contadas, ou traduzidas, ou divididas com alguém que não as vive. Não é uma questão de se endurecer, ou se proteger, mas apenas que não é possível alcançar o entendimento dessas situações sem que você tenha as marcas latejando no próprio corpo e alma.

Por isso que eu prefiro conversar com o vazio.


O meu mundo era muito grande e dava espaço a todos que queriam participar.
A voz das conversas era alta, o ruido sempre presente, as cores brilhantes.
Eu nunca excluí ninguém, mas também nunca prendi: eram livres para entrar ou sair.
Só que nessa bagunça eu não consguia mais me encontrar. Entre livros, móveis e poeira: onde eu estava?
Então deixei tudo encolher, esvaziar como um balão de gás que está cansado de sempre subir.
Deixei as vozes calarem. As conversas se restringirem apenas às necessárias.
As cores diminuiram, o silêncio cresceu como uma onda de calor no verão.
Aos poucos me vi envolta por fragmentos de uma era anterior, e esses fragmentos que não se dissolveram com o tempo encontraram espaço para crescer e se tornarem novas formas. Formas plenas, conscientes, sólidas.
O mundo diminuiu um bocado, é verdade. Mas todo aquele sobrepeso que eu carregava agora se foi.
Me sinto leve.


O tempo que passa
A força se esgota
A felicidade estremece
Uma gota no oceano
A sorte
A falta
De vontade
De desejo
Daquilo tudo que não faz falta
Saudade
Persistência, paciência
Ânimo ausente
Presenças ausentes
Pessoas
Vazio
Uma gota no oceano
O azar
O amor
Preencher, desistir
Impotência no pensar
Raciocínio
Mais ausências, angústias
Mais vazios, mais vida
Passado
Tremores noturnos
Sonhos perdidos
Verdades transformadas
E mentiras
Uma gota no oceano
Acaso.


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