Não sei se essa dor vai se curar. Não sei se vou voltar ao que era antes, mas hoje a única resposta é não. Desde então a vida está úmida. Desde então o peso da culpa de tantas coisas ressurgiu e somente vejo a roda do karma virando em minha direção. Eu e minhas crenças. Eu e tudo que veio antes, que veio sem querer, que foi basicamente um grito desesperado de alguém que não suportava mais. Tantos foram os momentos justificados e gerados por situações que, feliz ou infelizmente, o destino resolveu por si só (com uma pequena ajuda).

Por que tudo se repete? Por que as esperanças criadas novamente são pisoteadas? Por que permitir que eu me libertasse para me condenar novamente ao cárcere?

Teve uma jogada que não previ. Ou previ, mas ignorei. Acreditei que não iria mais acontecer.

Fechar os olhos para continuar. Calar o choro. Amortecer a dor.

Repetição.

Vida.


Working alone is a temptation for many desperate software developers who feel trapped, surrounded by incompetence and mismanagement in the desert of the real. Working alone means complete control over a software project, wielding ultimate power over every decision. But working on a software project all by yourself, instead of being empowering, is paradoxically debilitating. It's a shifting mirage that offers the tantalizing promise of relief, while somehow leaving you thirstier and weaker than you started.


Em dias como hoje a minha vontade é me matar. Me destruir. Me enfiar com a cabeça em um sedativo forte, que me faça esquecer a dor que é a vida. Uma simples palavra basta para tornar tudo negro e péssimo. E expectativa mata. A esperança do bom, e receber novamente, gratuitamente, erroneamente, um ruim. E estar lutando. E tudo acontecer pelo seu suor. E ainda assim o ruim. O mal. O veneno. Queria ter a coragem pura e simples de fazer tudo isso acabar, de vez, sem volta, sem mais vida.


São dias como esse que dão vontade de repensar tudo. Não resisto, me deixo levar rapidamente pela onda do "onde estou, pra onde vou?". Cresce a angústia. O tempo continua firme, contínuo e entediante, massacrando os dias que vão a passos de bêbado. Me dá vontade de beber também.

Por quanto tempo é possível se enganar? Acho que estou batendo novos recordes. Logo (ah, relatividade...) virá o ponto onde não tem mais volta. Ainda estaremos mais distantes nesse dia, compensando com proximidades banais (mas adoráveis). Pois alguém tem que sair de seu compasso, alguém tem que correr nessa música ou ralentar a vida até ser esmagado pelo seu peso e morrer asfixiada e triste e sozinha.

E errar o ritmo me dói tanto...


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