Que lindo, peguei minha preferida !
Which Final Fantasy Character Are You?
Final Fantasy VII
A morte é inevitável. É uma promessa feita a cada um de nós ao nascermos. Mas antes dessa promessa se cumprir, nós todos esperamos que algo aconteça a nós. Seja ela a emoção de um romance... ou a felicidade em ter uma família... Ou a angústia de uma grande perda... Todos esperamos expenciar algo que torne nossas vidas significativas. Mas o fato mais triste é que nem todas as vidas têm um significado. Algumas pessoas passam seu tempo no planeta sentados no meio-fio... esperando que algo aconteça a elas antes que seja tarde demais."
Em homenagem a Mary Alice e a minha amiga Paula, que tem ótimo gosto para seriados.
Personalidade Lua - Instintiva:
Intensa, possessiva, gosta e procura novas paixões. A personalidade Lua varia tanto quanto o próprio satélite: momentos de alegria podem se tornar preocupantes ou passageiros, alternando com silêncio ou concentração. Tudo isso acontece rapidamente, pois a Lua normalmente vive com intensidade suficiente para ser breve e passageira em tudo o que faz. Sua oscilação e constante busca por autoconhecimento a deixam desconfiada, frágil e sensível. Pode ser normal para ela gritar ou brigar no momento que mais precisa de carinho. Isso tudo acontece de forma instintiva e faz dela uma pessoa encantadora, misteriosa, intrigante. Para ela não existe o meio termo, e ela vive trocando entre os extremos com habilidade, o que pode inclusive gerar surpresa nas pessoas que convivem com ela. Deve estar atenta com oscilações de humor excessivas ou medos descontrolados. Precisa buscar a auto confiança e tranqüilidade.
JOGO DA PERSONALIDADE
Eu sou uma pessoa atéia. Cética e chata, totalmente sem-sal em minhas crenças. Todos (ou quase) sabem disso e eu, mais que todos, tenho certeza de como me sinto em relação a todas as conversas de divindade, sorte e magias.
Mas eu tenho um ponto fraco. Se chama tarô.
Desde criança eu me interessei por esse jogo místico e, com a idade, fui aprendendo e melhorando meu conhecimento sobre as cartas, significados e leituras. Nunca foi minha intenção me tornar taróloga ou coisa que o valha, mas digamos que sou uma amadora experiente. Há muitos e muitos anos, sempre que algo importante ou decisivo acontece na minha vida ou quando tenho dúvidas sobre alguma situação importante, nenhum amigo é mais meu amigo que o tarô.
Tenho um baralho de arcanos maiores do tipo do Tarô de Marselha que já está até velhinho, mas não abro mão dele. Geralmente faço leituras simples, de 5 cartas, mas eventualmente quando quero uma confirmação ou leitura mais profunda, abro para o jogo de 10 cartas.
Nunca fiz jogos para outras pessoas, acho invasivo. Para mim é invasivo, pois nunca, em nenhuma das minhas leituras, o tarô foi meu amigo ou me apresentou o "que eu queria ouvir". Pelo contrario, sempre foi de certa forma carrasco, me mostrando de forma clara e crua exatamente coisas que eu já sabia e estava tentando não ver.
É por isso que, em momentos como esse, eu abro o tarô. Fiz dois jogos hoje, agora. O que ouvi das cartas foi duro. Mostrou claramente minha presunção e egoísmo perante a situação. Trouxe um nó na garganta que não quer sair.
Agora, como boa escorpiana teimosa (meu segundo e último vício, astrologia) eu me pergunto: vou continuar no caminho errado pra satisfazer meu sadismo ou ouvir o que o jogo me disse?
se correr o bicho pega se ficar...
são nessas horas que acho que está tudo errado nesse mundo...
eita sinuca de bico !
Da série otaku feliz:
fazia um tempão que eu não comprava CDs originais de anime... basicamente porque o pessoal só estava levando coisas piratas para vender nos eventos, o que me irritava um bocado. nessa animefriends teve uma loja que levou muitos cds originais... que surpresa boa. acho que de tudo que comprei são das coisas que mais me deixaram feliz. claro, me contive e comprei apenas dois, mas aff fiquei namorando e babando em cima de muitos... nessa hora que faz falta ter um marido rico ser rica.
as aquisições escolhidas foram:

Se o dia de hoje tivesse o triplo de horas seria perfeito. Gosto de, ao menos aos domingos, me dar espaço para descansar: não necessariamente o físico, mas a mente. Fazer algo pessoal, pensar em coisas novas, estudar ou ler.
Acabo de ligar o computador e vejo Devil May Cry... tinha até esquecido que tinha esse anime aqui ! Depois de um dia agitado de Animefriends, com certeza seria algo que cairia bem, assistir um anime novo.
Mas daí eu começo a pensar nas tantas responsabilidades e coisas a planejar e executar. É fato que eu deveria usar esse domingo de sol lá fora para adiantar o trabalho de amanhã e pensar como nem sempre eu consigo pensar com barulho superior a 10 decibéis a minha volta.
Estavamos ontem entre amigos falando de salários e futuro e profissões, mas uma coisa é certa: as responsabilidades sempre aumentam. Isso vinculado ao que houve na sexta e as minhas decisões anteriores... bem, sempre me fazem pensar:
E se eu tivesse feito diferente ?
Não gosto muito de começar a ter esse tipo de questionamento sobre decisões já tomadas e que não têm mais volta, logo prossigo no presente. E o presente me diz as coisas que deveria estar fazendo agora ao invés de fazer postagens em blogs.
O foda (tá foda..) é que é domingo e minha concentração está baaaaaaaixa...
O segredo de fazer um bom embrulho de presente não é as dobrinhas cheias de firulas, as fitinhas de papel extra ou o jeito de colar o durex. O que define se o embrulho vai ficar bonito ou não é se o papel de embrulho é o suficiente - e aqui quero dizer nada a mais nem nada a menos que o exato necessário - para o objeto a ser embrulhado.
Acontece que papéis de presente vêm em folhas bastante grandes, geralmente muito maior que nossos modestos presentes. Logo, para termos o tamanho "ideal" temos que passar a tesoura no papel e cortá-lo: e é aí que reside o medo.
Medo, porque uma vez cortado, não há volta. Se cortarmos pequeno demais, o papel estará desperdiçado em sua maioria dos casos e não há como remendar. E mensurar o quanto vamos precisar é difícil por causa das variadas dobras. O que acontece é que a maioria das pessoas, por medo, corta grande demais e aí todo aquele papel fica meio "fofo" em volta do presente, sobrando e amassado que nem pneuzinhos na barriga. O aspecto de "não sabe embrulhar presente" é inevitável nessas situações.
E tudo isso porque as pessoas tem tanto medo de cortar, de ações que não têm volta, que elas preferem cortar grande, com sobras e arcar com o prejuízo de ter todo aquele papel feio e indesejado enfeiando o embrulho.
Aí você me pergunta porque toda essa teorização sobre um assunto bobo, e eu respondo: a vida é como fazer um embrulho, tamanho nosso medo de cortar o papel.
vim no ônubus lendo bukowski. poesia, reafirmando que é muito superior à prosa.
o que me atrai nem é a linguagem seca e vulgar, mas as frases de final abrupto como as coisas da minha vida.
era como se eu pudesse ficar intermináveis idas e voltas lendo aquilo,
ao invés de escrever coisas que só uma máquina consegue compreender.
i won't be lost, repeat one, repeat one, repeat...
estou eu tentando me convencer ?
Fallen three times in a row
Waking up with vertigo
But you were there to break my fall
Before I had to face it all
Don't let me go
Don't let me go
Cause I wouldn't wanna move on
Without you
I won't be lost
Next time you see me
My pain will be gone
Baby believe me I been trying
But my heart keeps on breaking
I won't be lost
Smiling like a billionaire
Hoping you were unaware
The walls inside were caving in
My world had come apart again
Don't let me it show
Don't let them know
That I wouldn't be very strong
Without you
I won't be lost
Next time you see me
My pain will be gone
Baby believe me I been trying
But my heart keeps on breaking
I won't be lost
Don't you give up on me
Cause I wouldn't be very strong
And I wouldn't wanna move on
Without you
I won't be lost
Next time you see me
My pain will be gone
Baby believe me
I been trying but my heart keeps on breaking
I won't be lost
I won't be lost
I won't be lost (x99999)
Não ter mais um TCC me faz mal.
Me faz mal porque é um estímulo a menos pra quem não tem estímulos.
Me fal mal porque me dá tempo livre que eu não quero pensar em preencher.
Me faz mal porque me tirou uma angústia sensata do peito para ser substituída pelas insensatas.
Me faz mal porque me mostra que "o fim" das coisas existe, quando eu quero acreditar que é possível não haver um fim.
Me faz mal porque me deixa sozinha com as prioridades adiadas
com os compromissos desfeitos
com as telas vazias
e com o coração partido.
PICARETAS: um guia rápido
Eu fico abismada com o nível de picaretagem que existe por aí. Já nem surpreende mais achar um membro desse grupo tão vasto bem ali, ao seu lado. Nesse "mundinho web" então, onde falar grego e fingir que sabe não machuca ninguém (ao contrário de abrir a barriga de fulano e esquecer uma tesoura dentro), a proliferação é mais rápida que de gremilins.
Experts de Photoshop, por exemplo, o mundo está cheio. Pergunte a um deles como usar o gray point do diálogo de Curvas. De 1 em 100 vai saber mais ou menos a resposta. E olhe que PS já é algo difundido, pelo menos alguma vez na vida quem tem um computador já viu o programa: nem que seja pra tratar a foténha pra colocar no orkut.
Agora, quando você começa a caminhar em direção do novo, do desconhecido, as coisas ficam ainda piores. No afã de querer ser "pioneiro", "inovador", "destaque", os picaretas se metem em novas tecnologias e, em menos de 10 minutos já têm pelo menos um blog postando notícias sobre o assunto. Coladas, claro, de outros blogs, sem o menor pudor. Ou então, para não ser um mero copy-cat, escreve qualquer merd*. Isso, qualquer merd*, quando escrita por um picareta tabajara professional, parece a opinião do especialista jogando milho bondosamente aos leigos.
Meio triste quando além dos leigos, pessoas "sérias" também começam a cair no conto do vigário. Sim, porque nossos amiguinhos da picaretagem tem lábia, e com essa lábia - por vezes bizarra - entram no mundo das pessoas de bem, interferem no conhecimento REAL de quem quer saber de verdade (e não fingir que sabe), forçam o ambiente ao seu redor a falar bobagens e mentiras para encobertá-los (às vezes é necessário, apesar de disgusting) - ENFIM, UMA PRAGA.
E nisso, nós, entusiastas e estudiosos de verdade comemos o pão que o diabo amassou e trabalhamos as 6 horas da manhã do domingo para pagar o leite das crianças.
sair de casa SEM LER O FUCKING HORÓSCOPO dá nisso.
You have a harder time resisting your impulses than usual today, so see if you can bring a friend or family member with you when you run errands so you don't end up breaking the bank.
and
You may be asked to make a difficult decision. Instead of taking everyone else's advice, try going with your instincts. You know enough to make a fair and educated decision. But be prepared to back up your conclusion or you may face ridicule.
ou seja: eu fui avisada.
burra !
haha
O que eu gosto na vida é o poder que ela tem de me surpreender sempre. Nada é um ponto final, tudo é virgula e reticências que não sabemos nunca onde vão dar.
Eis que eu me vejo no meio de uma conversa que nunca esperava ter. Não em sã consciência, nem em sonhos... e de repente ela acontece.
Tem coisas que eu não gosto de falar. Assuntos que doem ao remexer, logo, deixe-os descansando em paz. Só que as vezes essas conversas repentinas rendem você, como um pistoleiro no filme de faroeste, e só o que resta é falar tudo o que ele quer - senão leva tiro.
Também dessa coisa toda sairam frases quase chocantes, estranhamente quentes, estranhamente diferentes do que meus ouvidos se acostumaram a ouvir nos últimos meses. Se eu nao fosse uma bruxa má no-feelings, eu teria chorado.
A vida me deu até um carinho de brinde.
Bizarro.
estava desfocada nos últimos 10 minutos, naveguei nos meus arquivos em busca do meu arcabouço teórico perdido e o que encontrei foi uma história em quadrinhos de mim mesma.
segue. só para eu não pensar que estava desperdiçando preciosos minutos com mimimi.
He had that devilish sun tanned skin and a white collar.
We rode his car through the stars and to the hell.
I kissed him goodbye with tears and a bone-breaking hug.
Se alguém deseja saber como foi o show do RBD pra mim, olhe aqui: http://www.lastfm.com.br/user/yuumura/journal/2008/05/12/722740/
Resto das pessoas que ainda não mudou de página, o post é sobre diversões sociais que ficam megalomaníacas.
Citando exemplo, AnimeFriends.
Fato que meu amigo me chegou hoje por messenger trazendo a notícia do semestre: AnimeFriends vai ter 8 dias. Isso mesmo, OITO, caro amigo. Um batalhão de cantores nipônicos se apresentará nesses
Verdade sim, eu participo de eventos de anime há anos e anos, e gosto muito, mas como disse em resposta a esse amigo, estão me enchendo o saco com essa história de crescimento exuberante 50 anos em 5. É uma multidão, uma falta de organização sem tamanho, uma aglomeração de mau gosto e falta de noção ao extremo e uma proliferação de comércio de coisas piratas.
Chamo de grande bosta.
Sim, porque afinal, o lance bacaaaaana dos eventos de anime da minha áurea juventude era encontrar os amigos, assistir animes novos nas salas de exibição, comprar itens raros e ORIGINAIS importados do Japão para aqueles raros eventos, comer crepes e frutas no chocolate, assistir o campeonato cosplay que valia um gameboy e não uma fucking viagem pro japão e depois o "grande final" com o show de uma banda cover que tocava mal, mas honestamente, todas as músicas que a gente amava.
Isso tudo, toda essa sensação de família, amizade e felicidade foi substituído por um sonho megalomaníaco de vender mais (coisas ruins) e fazer mais (shows sem estrutura) para mais (pessoas que não sabem bulhas de anime e manga alem de naruto).
Estou bodeada com a idéia. Isso porque, como também conversei com ele, não sou fã de aglomeração e pisoteamento. Não gosto. Não ia em shows porque não curtia essa idéia do calor das massas e só comecei a freqüentar coisas como "Shakira turnê 1997" porque você começa a sentir uma pressão social por nunca ter ido num show e todo jovem tenta se enquadrar no sistema uma hora ou outra.
Mas ainda fujo de estádio, show aberto em praia, virada cultural, rock in rio e tudo o que envolve um (ou mais) dos tres fatores: 1) aglomeração; 2) pisoteamento; 3) diversão gratuita
O que eu gosto mesmo é de um bom ambiente pequeno, apresentações privê, menos de 300 pessoas, lugares caros que ninguem paga (e ficam vazios) e todas essas outras coisas que fazem de mim uma patricinha chata pessoa contida e discreta.

