Posso até estar sem muita vontade de escrever, mas quando leio um blog legal, um blog que conversa comigo, dá uma coceirinha doida nos dedos.
Acho estranho se sentir íntimo de desconhecidos. Um distanciamento que me aproxima. Às vezes, se conheço a pessoa, ela pode até estar passando por coisas parecidas com as minhas, mas não toca o meu sentimento. Com estranhos é diferente.
Sabe, eu tenho uma coisa com estranhos.
E, de repente, essa menina anônima fala comigo a cada post. Seja de trabalho, seja de viagens, seja de consumo... mas, principalmente, de amor.
Ela fala tanto as minhas palavras engasgadas que, repeti-las aqui faria desse post quase um post redundante.
Ela também não queria sofrer por quem não merece.
Ela também queria que a fila andasse logo e que não ficasse obrigada a cair no pensamento dele a cada cinco minutos.
Também queria parar de tentar ser amiga de alguém que faz doer infinitamente.
Também queria parar de retroceder ao passado a cada entrelinha da vida; pensar no que podia ter sido, pensar no que foi.
Queria que o menino bonitinho e tão fofo da semana passada se interessasse. Não por causa dele somente, mas porque isso afasta o outro da cabeça.
Queria parar de sofrer.
Parar de amar. Mesmo depois de tanto tempo, parar de amar e de sentir o coração vazio e inquieto.
Almas gêmeas.
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
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Há uma semana
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