Não se escreve na dor, escreve-se para manter distância dela.
Carpinejar
E como dói sua insistência em manter-se presente, sua voz do outro lado distante do telefone, sua obrigação do conviver sem viver.
E como dói sua partida fria, sua ausência forçada que trespassa todos os níveis da minha vontade, seu desejo que arde sob a pele.
E como dói... mas me faltam sentimentos para cuspir tantos falsos verbetes de dicionário.
A mim resta a certeza de que o meu desejo sempre foi verdadeiro.
Ps. A cada dia descubro que as pessoas desistem mais e mais de seus sonhos por medo da solidão.
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
sobre dança é este: ballet clássico e dança contemporânea “não se
misturam”. Todas ...
Há uma semana
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