Toda semana eu nado.
Nado em direção à superfície, com toda a força que resta nos músculos, arfando em desespero.
A pressão contrária é forte e opressora. Em todos esses dias penso em finalmente relaxar, me deixar levar pela correnteza, imergindo mais e afundando completamente nesse mundo de vazio e escuridão.
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
sobre dança é este: ballet clássico e dança contemporânea “não se
misturam”. Todas ...
Há uma semana
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