Acabei de baixar o último CD de uma das minhas bandas favoritas, o Anathema. Como me disseram, eles deviam trocar o nome, pois Anathema é um termo bastante pesado para o som atual - que é sublime.
Coloco para ouvir na intenção de relaxar e me deixar levar nessas notas ora calmas, ora pesadas, algo tão parecido com minha vida atualmente. Num mesmo dia, num mesmo momento, tantas sensações diferentes, se movendo em altos e baixos com velocidade.
Agosto passou literalmente como um cachorro louco: raivoso, espumando desgraça, feroz e implacável - efeito que continua até o presente momento. De bom, passeios incríveis com quem eu mais amo, cidades novas e já conhecidas, mas sempre vistas de maneira diferente. De bom, a arte que mais uma vez dançamos, brincamos e sorrimos, fazendo que rendesse frutos e ainda novos sonhos (perspectivas).
De ruim, o resto.
Fracassos, dor, dor, dor, dor, dor, atrasos, dor, dor, dor, dor, dor, dor, mentiras, dor, dor, dor, dor, dor, volta de coisas ruis, dor, dor, dor, dor, dor, dor, morte, dor, dor, dor, dor, dor, lágrimas, dor, dor, dor, dor, dor, escuridão, dor, dor, dor, dor, dor, impulsos malucos, dor, dor, dor, dor, dor, falta de perspectivas, dor, dor, dor, dor, dor.
Solidão.
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
sobre dança é este: ballet clássico e dança contemporânea “não se
misturam”. Todas ...
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