Sou da opinião que certas coisas não tem volta. Não tem perdão e não tem como arrumar, remendar, botar panos quentes. Aprendi e vivo isso desde cedo, aplicando a teoria sempre que posso.
Mas e quando não dá? Quando é impossível fugir ou deixar passar? A angústia das situações em que não há esperança é desesperadora (vide post anterior).
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
sobre dança é este: ballet clássico e dança contemporânea “não se
misturam”. Todas ...
Há uma semana
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