Não tenho vergonha de não fazer sentido. Às vezes eu falo só por falar mesmo. Falo pra não perder, aceito pra não chorar, dou risada na hora de dançar - o esperado nos torna cansativos.
Eu não sei como vai ser amanhã. Não sei mesmo, logo, não invento que sei. Eu sei o que eu quero hoje, o que eu sou agora, o que eu abraço e toco com meus dedos. Sei o que é pra mim. Se amanhã não vai ser mais, quem dirá ?
Só deixo claro que isso não significa que vou reverter meus valores para segurar uma mão frouxa. Só aperto mãos firmes, e espero que você estenda uma para mim. Não converso com vozes frias, nem troco olhares com pálpebras fechadas.
Open your eyes.
Ballet clássico versus dança contemporânea
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Se há um tema que sempre foi controverso em todos esses anos escrevendo
sobre dança é este: ballet clássico e dança contemporânea “não se
misturam”. Todas ...
Há 2 semanas
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